O negacionismo do distanciamento social teve seu ponto de virada

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Créditos da imagem: Wikimedia Commons

Em tempos de coronavírus, todo mundo que se importa com a humanidade tem duas responsabilidades inadiáveis: 1) se cuidar; 2) se informar e procurar combater notícias falsas ao mesmo tempo em que multiplica dados de fontes confiáveis.

Neste intuito, tenho procurado acompanhar um pouco das discussões sobre o assunto, e encontrei as pesquisas do Imperial College de Londres (confesso que toda vez que leio este nome, fico perplexa com o anacronismo neo(paleo?)colonial, mas isso é tema para outro momento).

Um relatório em particular me chama bastante atenção, porque foi a partir dos modelos nele apresentados que houve um ponto de virada na aceitação das políticas de distanciamento social. Vale lembrar, que até bem pouco tempo atrás, os governos dos EUA e do Reino Unido estavam bastante reticentes a adotar medidas de contenção da circulação de pessoas "em nome da economia". Foram obrigados pela realidade a mudar de rumo, e por ironia do destino, Boris Johnson foi o primeiro chefe de estado a assumir o teste positivo para COVID 19.

O estudo que foi o divisor de águas, levando pelo menos estes dois países a adotar medidas mais severas contra a pandemia, foi o relatório publicado pelo grupo de pesquisas que citei em 16 de março de 2020, que pode ser acessado aqui.

Por curiosidade, resolvi traduzir a título de estudo pessoal. Achei que alguém mais poderia se interessar pelo documento que levou a um ponto de virada na negação da importância do isolamento social, dentre outras medidas de contenção, ao prever cerca de 550 mil mortes no Reino Unido e 2,2 milhões nos EUA.

Ressalto que esta versão não passou por revisão técnica, e portanto pode ter algumas incorreções em termos técnicos - sou bióloga, mas não especialista em microbiologia ou epidemiologia. De qualquer maneira, a tradução para o português facilita no papel de divulgação científica, ampliando o acesso para interessados da área e o público em geral.

CLIQUE PARA TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS.

Boa leitura!

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